Há matérias que carregam o tempo.
E há mãos capazes de revelar, nelas, aquilo que o tempo deixou escondido.
PADROEIRA nasce desse encontro.
Esculpida inteiramente à mão, a obra tem como corpo a casca do angico-vermelho, marcada por texturas, fissuras e reentrâncias que preservam a força e a memória da árvore. Sobre ela, o manto em aço carbono desenha linhas que envolvem a matéria como um gesto de proteção.
Acima, uma coroa vazada, também moldada em aço carbono, completa a composição. Leve e aberta, ela sugere uma presença que transcende a forma — uma simbologia que não se impõe, mas permanece.
Entre a rusticidade da madeira e a precisão do metal, surge uma figura que fala de fé, proteção e permanência.
Não é apenas uma representação.
É uma interpretação feita de matéria, tempo e mãos.
PADROEIRA é o encontro entre aquilo que a natureza criou e aquilo que o olhar humano soube revelar.
Peça única, feita à mão.